Será um criminoso sempre uma pessoa que opta por atravessar a linha da lei e da moral, ou será que se vê forçado a dar tal passo? Será esta uma pergunta legítima?
Será que numa sociedade que valoriza o consumo e o aspecto exterior uma alavanca para o crime? Será que uma mente frágil e com poucas restrições morais se deixa alavancar com facilidade?
Será que uma mente frágil e com poucas restrições morais o resultado de falta de orientação e de estímulo?
Será que se deixa de estimular as jovens mentes porque se vive numa cultura que valoriza o consumo?
Uma sociedade que vive para o consumo obriga a que se trabalhe mais e se ame menos?
Será o amor substituído pelo consumo?
Será que oferecer a melhor prenda substitui o mais pequeno afecto?
A falta de afectos construirá mentes frágeis?
A falta de afectos incute moral?
As respostas são simples e os resultados evidentes.
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Há 8 anos

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